Fenrir’s Scar – “A banda campineira lança seu álbum de estreia.”

Com um show dia 07 de outubro na “Fundação Jurgensen” em Campinas-SP às 19hs, a banda campineira de Metal Alternativo lançará seu álbum de estreia. O álbum foi gravado no estúdio Minster, em Campinas/SP, e conta com a produção do vocalista e multi-instrumentista Fabiano Negri, e mixagem e masterização de Ricardo Palma.
A banda Fenrir’s Scar, que está em atividade há dois anos, tem forte influência de bandas como Within Temptation, Lacuna Coil, Moonspell e Amaranthe. Os dois singles lançados até agora tiveram ótima avaliação da crítica e dos fãs do estilo. A seguir, você tem mais detalhes do álbum, e pode ouvir os dois singles lançados até o momento. É #Rock… Show de Som!!


Fenrir’s Scar (Foto: Diego Rodrigues de Pontes / Divulgação)

Detalhes do álbum:

Track listing:

01 – Fearless Heart
02 – Beneath The Skin
03 – Stolen Innocence
04 – Asleep
05 – Keep You Close To My Heart
06 – From Porcelain To Ivory
07 – Caliban
08 – Dark Eyes
09 – Downfall
10 – Fenrir_s Last Howl

FENRIR’S SCAR – A FERA ESTÁ SOLTA
(Por Antonio Carlos Monteiro, jornalista, músico e crítico musical.)

Antes de mais nada, vamos situar: Fenrir é um lobo-monstro que, de acordo com a mitologia nórdica, foi acorrentado pelos deuses, conseguiu se livrar e devorou Odin. Só isso. Assim, não é difícil concluir que uma banda que se chama Fenrir’s Scar não esteja fazendo um som tranquilo e sem emoção.
Sim, o nome está correto. É só ouvir o disco de estreia do septeto para concluir que tem uma fera ali. As referências citadas pela banda – Lacuna Coil, Within Temptation, Moonspell etc. – são só isso mesmo: referências. Porque Desireé Resende (vocais), André Baida (vocais), Vinícius Prado (guitarra), Paulo “Khronny” Victor (guitarra), Gabriel Rezende (baixo), Graziely Maria (teclados) e Ildécio Santos (bateria) conseguiram imprimir identidade própria a cada uma das dez faixas de “Fenrir’s Scar”, o disco, o que faz da sua audição uma experiência única.
O fato de haver dois vocais, um masculino e outro feminino, logo leva a concluir que a banda aposta no esquema “a bela e a fera”. Negativo. Tudo bem, André Baida lança mão dos vocais guturais, mas a voz de Desireé nada tem de operística. Trata-se se uma voz feminina cantando – muito bem, a propósito – rock pesado. Ou seja, são dois cantores de verdade dividindo o microfone. Na dúvida, confira os temas que cada um canta sozinho, “Keep You Close to My Heart” (Desireé) e “Fenri’s Last Howl” (André).
Também se destacam o teclado de Graziely Maria, que não se limita a fazer “camas” para os demais instrumentos, mas é parte fundamental no som do Fenrir’s Scar, e as guitarras de Vinícius Prado e Paulo “Khronny” Victor, que destilam riffs, bases e solos de muito bom gosto.
As composições, todas assinadas por André Baida (uma delas, a já citada “Fenrir’s Last Howl”, em parceria com Rafael Borges), são o ponto alto do trabalho. Criativas, variadas e cativantes, fazem que a experiência de ouvir o disco algo agradável e sempre instigante, já que somos surpreendidos a cada novo tema.
Já as letras, em sua quase totalidade a cargo da vocalista (a exceção é a mesma “Fenrir’s Last Howl”), provam que existe, sim, quem tenha o que dizer no rock pesado nacional.
Faixas como “Beneath the Skin”, com um belo dueto entre André e Desireé, “Caliban”, com um pé no hard rock, “Dark Eyes”, que cria um interessante contraponto entre o peso da cozinha e a suavidade do teclado, e “Downfall”, movida por um riff pesado e grudento, estão entre as mais inspiradas do trabalho – mas “Fenrir’s Scar” é uma obra para se apreciar em sua integridade.
Gravado no estúdio Minster, na cidade de Campinas, o álbum conta com a produção certeira de Fabiano Negri, que deixou tudo claro, nítido, pesado e com aquela sempre bem-vinda dose de sujeira que os subgêneros mais pesados do metal exigem para funcionar bem. Mixagem e masterização ficaram a cargo de Ricardo Palma.
Talvez não exista clichê maior do que recomendar que um disco de rock seja tocado no volume máximo. Mas, neste caso, não deixa de se uma boa ideia. Afinal, a fera está solta. E ela vai rugir no seu ouvido. Esteja preparado, portanto.

Ouça os singles já lançados:

Fenrir’s Scar – Beneath The Skin

Fenrir’s Scar – Fearless Heart

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Show de Lançamento

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*** Canal do Rock, por Marcelo Vasconcelos. ***

Fabiano Negri e seu novo disco, “When Nothing Is Right, Anything Is Possible”.

“When Nothing Is Right, Anything Is Possible” é o novo álbum do cantor, multi-instrumentista, produtor e incansável compositor, Fabiano Negri. O novo trabalho será lançado no dia 24 de junho e já pode ser adquirido através de pré-venda no site oficial do músico. www.fabianonegri.com

O álbum é ótimo, e vai agradar os amantes do rock and roll e da boa música. As composições mesclam o bom e velho hard-rock com as mais variadas vertentes da música. Essa mescla, diga-se de passagem, já é “marca registrada” nos trabalhos de Fabiano Negri, e pode ser apreciada também, em seus últimos trabalhos: o excelente álbum “Maybe we’ll have a good time… For the last time” de 2015 e no “experimental” “Z.3.R.O.” de 2016.

Track listing:

01 – Modern Old Times
02 – Dear Captain
03 – The Long Run
04 – My Flesh
05 – Absolutely
06 – The Apple and the Beast (faixa bônus)

FABIANO NEGRI E SEU NOVO DISCO, “WHEN NOTHING IS RIGHT, ANYTHING IS POSSIBLE”
Por Antonio Carlos Monteiro, Jornalista, músico e crítico musical

Se do lixo atômico pode nascer a mais bela flor, por que uma situação quase insustentável como a que vivemos hoje no Brasil não poderia inspirar uma bela obra musical? “Quando nada está certo, qualquer coisa é possível”, brada o vocalista, compositor, multi-instrumentista e produtor Fabiano Negri em “When Nothing Is Right, Anything Is Possible”, seu mais novo trabalho solo. Trabalho, aliás, não é algo que intimida Fabiano. Quando tantos reclamam de “crise” e da “falência do mercado fonográfico”, entre 2013 e 2016 ele lançou nada menos que cinco álbuns, uma média quase inacreditável de mais de um disco novo por ano. E sempre criando formas de driblar a tal da “crise” e colocar sua música em evidência.
Em “When Nothing Is Right, Anything Is Possible” ele inova mais uma vez. Já que a música hoje virou um produto de consumo rápido, com as pessoas mostrando nenhuma paciência para ouvir dez ou doze temas de uma vez, ele dividiu o lançamento do novo disco em duas etapas: cinco faixas saem no dia 24 de junho, as demais apenas no próximo ano. Mais que isso, o álbum será lançado apenas no formato virtual.
E essa primeira parte mostra Fabiano apostando no hard rock (e suas variantes), como fazia nos tempos de sua banda Rei Lagarto. “Modern Old Times” com seu refrão grudento fala do futuro que chega rápido e da cabeça que permanece presa no passado.
“Dear Captain”, primeiro single e primeiro vídeo do novo disco, tem linha de guitarra marcante e, mais uma vez, um refrão que gruda na memória de forma quase covarde enquanto Fabiano canta sobre a falta de comando que vivemos atualmente em todos os níveis.
A balada hard “The Long Run”, com sua dinâmica envolvente, lembra que, apesar de não parecer, o comando sobre nossos atos e nosso destino, afinal de contas, ainda é nosso.
O peso comparece em “My Flesh”, que também ganha momentos de suavidade à la Beatles e acaba se tornando uma das faixas mais instigantes do trabalho. O aparente contraste entre esses momentos pesados e suaves ajudam a criar o clima que a letra exige ao falar dos nossos medos interiores, pessoais e intransferíveis.
E o que faz um jazz num disco de hard rock? Nenhuma novidade se você conhece Fabiano Negri: rock, pop, MPB e muitos outros gêneros musicais povoam seu repertório e “Absolutely” é só mais uma prova disso. O piano do convidado Rodrigo Andreiuk dá o molho que a canção pede, enquanto a letra seria, digamos assim, a mais romântica do disco – afinal, os brutos também amam.
De quebra, quem adquirir as cinco músicas ainda ganha a faixa bônus “The Apple and the Beast”, balada movida a teclado e violão em que Fabiano toca todos os instrumentos e canta sobre o caminho às vezes intransponível entre nossos sonhos e a realidade. “When Nothing Is Right, Anything Is Possible” foi produzido pelo próprio Fabiano e por Ric Palma, dono do estúdio Minster, onde o disco foi gravado. Já a mixagem confere ao som aquele clima vintage que tantos buscam e tão poucos conseguem. A Fabiano, que cantou e tocou guitarra, violão, teclado e percussão, juntaram-se o próprio Ric Palma (baixo, guitarra e teclado) e Cyro Zuzi (bateria). E como um bom produto merece uma bela embalagem, a capa do disco é assinada pelo artista plástico Atila Fabbio – sim, o álbum é virtual, mas recebeu o mesmo tratamento que teria se saísse em formato físico.
Com referências a bandas clássicas do rock – você reconhece com facilidade nomes como The Who, Beatles, Led Zeppelin, Gun N’Roses e Grand Funk ao longo da audição –, “When Nothing Is Right, Anything Is Possible” num mundo perfeito sairia em vinil, com lados A e B e capa grande, cheia de detalhes. Só que o mundo está longe de ser perfeito. E é nessas horas que tudo é possível.

Veja os clips já lançados:

Fabiano Negri – The Long Run (Lyric Video)

Fabiano Negri – Dear Captain (Lyric Video)

*** Canal do Rock, por Marcelo Vasconcelos. ***

“Loki?”, de Arnaldo Baptista, volta às lojas em vinil pela Polysom.

Um gênio da música, Arnaldo Baptista vem deixando sua marca na história da cultura nacional e é referência para todas as gerações desde os anos 60, quando fundou Os Mutantes ao lado de seu irmão, Sérgio Baptista, e de Rita Lee. Em 1974, lançou seu primeiro álbum solo, “Loki?”, considerado até hoje um dos mais importantes da discografia brasileira. A partir da segunda quinzena de maio, “Loki?” volta às lojas pela coleção ‘Clássicos em Vinil’, da Polysom, em vinil de 180 gramas.

O álbum foi gravado no Estúdio Eldorado (São Paulo), com direção de produção de Roberto Menescal e Mazzola. As 10 faixas são assinadas por Arnaldo, com exceção de “Uma Pessoa Só”, em parceria com Os Mutantes. Arnaldo canta e toca piano no álbum, que traz ainda arranjos do maestro Rogério Duprat em duas canções. Acompanharam Arnaldo nas gravações grandes músicos como Dinho (bateria), Liminha (baixo) e Sergio Kaffa (baixo). Um disco indispensável, “feito para ouvir em alto volume”, como diz a nota em sua contracapa.

Além de “Loki?”, a Polysom preparou outra novidade para os fãs dos Mutantes. Os sete discos que eram vendidos apenas na caixa “Os Mutantes – Box Deluxe” agora podem ser adquiridos separadamente. São eles: “Os Mutantes” (1968), “Mutantes” (1969), “A Divina Comédia ou Ando Meio Desligado” (1970), “Jardim Elétrico” (1971), “Mutantes e Seus Cometas no País do Baurets” (1972), “Tecnicolor” (1999) e “Mande um Abraço pra Velha” (2014).

LADO A
1. Será que Eu Vou Virar bolor?
2. Uma Pessoa Só
3. Não Estou Nem Aí
4. Vou me Afundar na Lingerie
5. Honky Tonky

LADO B
1. Cê ta Pensando que Eu Sou Loki?
2. Desculpe
3. Navegar de Novo
4. Te Amo Podes Crer
5. É Fácil

*Imagens meramente ilustrativas
(Fonte: Batucada Comunicação, Assessoria de Imprensa)

Matanza realiza seu primeiro festival cervejeiro no Rio de Janeiro.

O “Matanza Beer Fest” já atraiu milhares de pessoas em edições anteriores e chega ao Grajaú Tênis Clube para unir rock ‘n’ roll, cerveja artesanal e “food trucks”.


Matanza (Foto: Felipe Diniz / Divulgação)

O “Matanza Beer Fest” chega à sua quinta edição e dessa vez a sede é especial. O Rio de Janeiro, cidade natal da banda idealizadora do evento, Matanza, recebe pela primeira vez o festival, que já esteve em Curitiba, São Paulo (2x) e Cabo Frio. No dia 13 de maio, no Grajaú Tênis Clube, a partir das 15h, o encontro com os amantes de rock ‘n’ roll, boas cervejas e hambúrgueres está marcado.

O festival cervejeiro do Matanza recebeu cerca de 900 pessoas em cada uma de suas edições anteriores e a tendência é que a média seja mantida, já que o Rio de Janeiro é uma das metrópoles com o maior número de fãs da banda e do mundo de alimentos artesanais. “A gente adora fazer show e tinha uma galera boa pedindo um Beer Fest no Rio. Agora tá aí, a procura está bem legal e quero ver toda a putada carioca presente e aproveitando tudo o que a vida tem de bom. A diversão vai ser insana e a energia que a galera vai nos passar será do caralho como sempre foi nessa cidade”, afirma o vocalista Jimmy London.

Outras três bandas farão uma abertura em grande estilo para os mais aguardados da noite. São elas: Los Benícios Faltosos, Rats e Punching Namard, com seu som de irish punk. Cervejas Pilsen, American Wheat (trigo americana), Viena Lager (bem equilibrada e com carbonatação moderada e espuma persistente) e English IPA (notas de lúpulo possuem aroma e sabor herbáceo, mais amarga) estarão sendo comercializadas. Para matar a fome, os “camisas pretas” poderão se deliciar com os lanches dos food trucks Ogrostronomia, Hare Burger e Burgertopia. A entrada é permitida apenas para maiores de 16 anos, sendo que os menores de idade só poderão adentrar acompanhados por um responsável legal, mediante apresentação dos documentos.

SERVIÇO:

Dia: Sábado, 13/05/2017
Horário: 15h às 22h
Local: Grajaú Tênis Clube
Tel: (21) 2577-2365
Endereço: Avenida Engenheiro Richard, 83 – Grajaú, Rio de Janeiro
Classificação etária: 16 anos (porém os menores de idade só poderão entrar acompanhados pelo responsável legal)

Pontos de venda de ingressos:

Loja Inside Rock – Rua Amaro Cavalcanti, 1.521 – Engenho de Dentro, RJ – Tel: (21)3985-8040

Banzai Tattoo & Piercing – Estrada dos Três Rios, 1.097, loja B – Jacarepaguá, RJ – Tel: (21)3268-8203

Banzai Tattoo & Piercing – Rua Conde de Bonfim, 346 – Tijuca, RJ – Tel: (21)2568-4010

Banzai Tattoo & Piercing (Norte Shopping e Shopping Downtown) – Tel: (21)3315-4342 / (21)3982-2641

Bandana’s Pub – Rua Castro Barbosa, 36 – Grajaú, RJ – Tel: (21)99664-4661

Loja Sempre Música Discos – Rua Corrêa Dutra, 99, sobreloja 216 – Catete, RJ – Tel: (21)2323-6121

Loja Sempre Música Discos – Rua Visconde de Pirajá, 365 B, loja 11 – Ipanema, RJ – Tel: (21)3437-6306

Ou através do link: https://goo.gl/JlslDe

Preços:

Primeiro lote – Pista – R$80,00
Primeiro lote – Pista – Meia Entrada – R$40,00
Primeiro lote – Pista promocional (doe 1 kg de alimento não perecível) – Pista – R$40,00

(Fonte: Vítor De Vincentis, Assessoria de Imprensa)

Rockin’ 1000 = 1000 pessoas e uma música: “Learn to Fly” da banda “Foo Fighters”!

O Projeto Rockin’1000, idealizado pelo italiano Fabio Zaffagnini, reuniu 1000 músicos para pedir um show da banda Foo Fighters na cidade de “Cesena”, na Itália.
No site oficial do projeto, o http://www.rockin1000.com/, estão todos os detalhes do projeto e da produção do vídeo.

O vídeo da música “Learn to Fly”, que foi gravado no dia 26 de julho de 2015, foi liberado ontem, no canal oficial do projeto Rockin’1000, no You Tube. Veja!