Na carora do “boom” do Vinil, a “Polysom” começa a duplicar cassetes.

Desde que foi reativada, em 2009, a Polysom vem crescendo a cada ano, assim como o mercado de vinil, no Brasil e no Mundo. Agora a fábrica amplia seus serviços, dando início à duplicação de fitas cassetes. A produção começou em maio, após quase um ano de preparação, em busca de uma qualidade condizente com os novos tempos. Assim como o vinil de hoje é muito melhor do que o que se fazia até os anos 1980, a Polysom está trabalhando para que o cassete tenha qualidade diferenciada: “Antigamente, as fitas não tinham qualidade como as importadas que serão utilizadas agora”, explica João Augusto, consultor da Polysom. “Os cuidados eram menores em razão da altíssima quantidade de produção e o controle de qualidade praticamente não existia. O formato em si inspirava desconfiança em quem desejava um som melhor. Nós vivemos outros tempos. O consumidor não aceita mais receber produtos com defeito e ter que improvisar, bobinando fita com caneta BIC, por exemplo (no caso do vinil, havia a indefectível caixa de fósforo ou a moeda que se colocava sobre o braço para o disco não pular). A Polysom está preparada para fornecer fitas em várias cores com som de qualidade e o único fator de dúvida será o equipamento do consumidor, que precisa estar alinhado e com a cabeça limpa”.

Para isso, a Polysom se equipou com dois sistemas de duplicadoras Otari e um sistema da marca Kaba. Todos os equipamentos, que são de primeira linha, foram recuperados pelo engenheiro paulista Milton Lange, conhecido por sua expertise na área e por seu apoio incondicional ao formato. Para ele, a volta do cassete irá provar que a qualidade só depende de como ele é duplicado e reproduzido, além da própria qualidade das fitas.

“Sempre que falo a alguém sobre a volta dos cassetes, sinto uma fortíssima sensação de déjà vu ao me lembrar do início do retorno do vinil”, conta João. “As pessoas ficam completamente céticas, penso até que algumas consideram que enlouquecemos de vez. Para os que duvidam da existência de novos players, relembro que apenas 2 fábricas em todo o mundo tinham os toca-discos em sua cadeia de produção quando retomamos os discos de vinil. Hoje são mais de 20 marcas ativas, com os mais diversos níveis de qualidade. No caso do cassete, já há equipamentos profissionais e semi-profissionais sendo produzidos por grandes marcas do passado. É apenas uma questão de tempo”.

A capacidade de produção inicial será de 4 mil cassetes/mês. As artes dos rótulos serão impressas diretamente nas fitas, em tinta UV, até 4 cores. Para isso, a Polysom adquiriu uma sofisticada impressora da marca japonesa Roland. As fitas terão várias cores disponíveis.

Os primeiros títulos lançados no formato, no Brasil, incluem os álbuns “Usuário”, do Planet Hemp, “Tranquility Base Hotel & Casino”, do Arctic Monkeys, “Nando Reis – Voz e Violão – No Recreio – Volume 1”, de Nando Reis e “(Des) Concerto ao Vivo”, de Pitty, relançamento comemorativo de 10 anos do lançamento. Um detalhe: o Brasil é o único país do mundo que terá o lançamento do novo álbum do Arctic Monkeys em cassete.

Dados do Vinil

De 2012, ano em que a Polysom se estabilizou em produção e vendas, até os dias de hoje, o vinil seguiu crescendo em todo o mundo em percentuais surpreendentes.
O número de fábricas aumentou das 42 então existentes para 65, aumentando a oferta, que, entretanto, ainda é insuficiente para a alta demanda.

Alguns números:
269% foi o aumento da produção entre os anos de 2011 e 2017; 38% foi o aumento das vendas às lojas entre 2015 e 2017, apesar das graves crises no comércio ocorridas nos dois últimos anos; 35% é a previsão de aumento para 2018, em relação à 2017.

Veja o vídeo – “Polysom, A Fantástica Fábrica de Vinil”.

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(Fonte: Batucada Comunicação, Assessoria de Imprensa)
*** Canal do Rock, por Marcelo Vasconcelos. ***

“Against Me!”, da vocalista Laura Grace Jane, estará em turnê pelo Brasil em Outubro!

(Foto: Jonathan Minto/Divulgação)

Uma das maiores bandas punk da atualidade, com 20 anos de carreira, a Against Me! tem três datas marcadas em sua primeira turnê no Brasil. A gira de shows em outubro vai passar por Curitiba (19), São Paulo (20) e Natal (21), logo após Santiago (Chile) e Buenos Aires (Argentina).

A celebração da aguardada tour será marcada pelo lançamento no Brasil do livro autobiográfico da vocalista Laura Grace Jane, no dia 17 de setembro. Em português, o livro foi intitulado: “Tranny: Confissões da Anarquista mais Infame e Vendida do Punk Rock” e sai pela editora Powerline Books, o braço literário da agência Powerline Music, responsável pela banda na América do Sul.

“Tranny” em português significa “trava”. O livro narra a desafiadora e corajosa trajetória da vocalista transgênero de uma banda punk. Desde a infância, a relação com o pai militar, formação da Against Me! aos 16 anos, a carreira no underground e as agruras de assinar com uma gravadora grande, o casamento e o nascimento da filha, tudo acompanhado pelo sentimento constante de disforia de gênero, classificado por psicólogos como “um forte e persistente desejo de identificar-se com o sexo oposto”.

A narrativa é intercalada com trechos dos diários que Laura manteve a vida toda, onde escreveu sobre seus maiores medos e desejos. Destes excertos nascem os momentos mais sinceros e tocantes do livro, que deixam transparecer a grande insegurança em relação a si mesma, seguida pela lenta e gradual auto aceitação até a decisão inevitável de fazer a transição.

Laura fez esse anúncio em 2012, aos 32 anos, com uma matéria na revista Rolling Stone norte-americana, pouco depois de contar à sua família e aos integrantes da banda. Em 2014 a Against Me! lançou o disco Transgender Dysphoria Blues (2014), focado em sua experiência de transição e considerado o melhor disco do ano pela Rolling Stone US. Laura é hoje uma das personalidades trans mais famosas dos EUA e embaixadora das causas de gênero no mundo. Em 2015 gravou duas músicas com Miley Cyrus e Joan Jett para levantar fundos para a Happy Hippie Foundation, que ajuda jovens sem teto da comunidade LGBT.

O livro “Tranny” saiu nos EUA em 2016 e entrou para a lista dos 100 melhores livros de música de todos os tempos da Billboard. No mesmo ano foi lançado o mais recente disco da Against Me!, Shape Shift With Me. Segundo a cantora, guitarrista e compositora o álbum é uma resposta a três discos que a inspiram fortemente: Exile On Main Street dos Rolling Stones, Exile In Guyville da Liz Phair e A Grand Don’t Come For Free do The Streets.

A banda de Gainesville, Flórida, garante que os shows no Brasil serão contemplados com os outros seis álbuns da banda. Eles prometem tocar de tudo neste debut brasileiro.

A TURNÊ

19 de Outubro – Curitiba – PR
Abertura: Dínamo
Horário: 21h
Local: Jokers
Endereço: R. São Francisco, 164
Censura: 18 Anos
Ingressos: A partir de R$70.
Pontos de Venda: Túnel do Rock, Agacê Store, Belvedere Beer Club ou no site pixelticket.com.br
Online: https://pixelticket.com.br/eventos/2169/against-me-em-curitiba

20 de Outubro – São Paulo – SP
Abertura: Water Rats, Weedra e Mau Sangue
Horário: 16h
Local: Carioca Club
Endereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros, São Paulo
Ingressos: 1º lote $110,00 (promocional/meia entrada)* – 100 ingressos
2º lote 130,00 (promocional/meia entrada)* – 1350 ingressos
Camarote 1º lote (promocional/meia entrada)* 50 ingressos
Camarote 2º lote (promocional/meia entrada)* 100 ingressos
Censura: 16 anos
Online: www.clubedoingresso.com/againstme-sp

21 de Outubro – Natal – RN
Atrações: Against Me! + 5 bandas
Preço: R$ 30,00 (1º lote)
Horário: 16h
Local: Rua Chile, Ribeira
Online: https://www.sympla.com.br/festivaldosol2018

Ouça e Veja o clip da Música, “Crash” do último álbum da banda, “Shape Shift With Me” de 2016.

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Fonte: Erick Tedesco, Assessoria de Imprensa
*** Canal do Rock, por Marcelo Vasconcelos. ***

Radio Front: A banda carioca lança a “power ballad”, “Wake Me With Your Call”.

(Foto: Radio Front por Gabriel Gomes)

Após surgir pesada com o single “Cut my Wings”, a banda carioca Radio Front mostra uma nova faceta de seu trabalho na música “Wake Me With Your Call”. A faixa é uma power ballad roqueira que mostra a intenção de se apropriar das influências do rock noventista e atualizar para os dias de hoje. A sonoridade de balada grunge vem também da participação de Chris Hanzsek (The Melvins, Soundgarden, Far From Alaska), que masterizou o trabalho em Seattle (EUA). A canção já se encontra disponível nas principais plataformas de streaming e acaba de ganhar um clipe.

No vídeo dirigido por Gabriel Gomes, da Produtora Screamin, as memórias de um amor passado são revividas por um senhor idoso. O senhor é vivido por Seu Reginaldo, um senhor de 92 anos que é vizinho do estúdio da banda e amigo dos músicos. As memórias dele são vividas pela atriz Isabel Guedes. Ele revive momentos de toda a sua vida que giraram em torno dessa relação.

“Queremos passar a ideia de saudade, dos relacionamentos que ficam para trás e lembranças do que sentimos e que nos marcaram para sempre. É a saudade do sentimento de paixão e carinho, e não necessariamente do relacionamento. Costumo dizer que todas as músicas que componho são sobre memórias de um sentimento” reflete Felipe Nova, vocalista da Radio Front.

A música foi escrita por Nova durante um período fora do país. Ele recebeu uma bolsa de estudos em Hollywood, e a partir desta viagem, tudo mudou. Enquanto tocava na rua, Felipe foi chamado para gravar duas músicas no programa ao vivo Kulaks Woodshed, exibido pelo canal KCET PBS, e que já recebeu artistas como John Densmore, baterista do The Doors. Após essa participação, Felipe voltou ao Brasil e, junto a grandes amigos, decidiu apostar na banda.

“A música foi criada antes mesmo da banda existir, depois de uma breve história de amor em minha adolescência. Foi gravada pela primeira vez em Hollywood em um formato acústico, depois o que era assobio virou um solo incrível nas mãos do Victor”, conta, empolgado, o vocalista.

O single “Wake Me With Your Call” foi produzido e mixado pela produtora Musark, por Luiz Freitag e Jon Marques. A faixa foi gravada nos estúdio AM e Musark.

Veja o Clip:

Radio Front é:

Felipe Nova (voz)
Victor Larcher (guitarra)
Bruno Moreira (guitarra)
Marcelo Moreira (baixo)
Leonardo Bourseau (bateria)

Conheça mais sobre a “Radio Front” nas redes sociais

https://twitter.com/radiofrontband
https://www.facebook.com/Radiofrontoficial
https://www.deezer.com/br/artist/7947442
Site: http://radiofrontband.com/

(Fonte: Daniel Pandeló Corrêa, Assessoria de Imprensa)
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*** Canal do Rock, por Marcelo Vasconcelos. ***

Quicksand, banda histórica do rock alternativo, estreia no Brasil em junho.

Quicksand (Foto:Divulgação)

O que é, afinal, o post-hardcore – ou rock alternativo – do Quicksand, o power-trio norte americano com um integrante (Sergio Vega) do cultuado Deftones e outro (Walter Schreifels) que é nada menos que uma lenda da música alternativa por ter formado bandas como Gorilla Biscuits, Youth of Today e Rival Schools? A banda chega pela primeira vez ao Brasil no início de junho para shows em São Paulo (2/6) e Rio de Janeiro (3/6), com produção da Powerline.

O estilo foi moldado lá na década de 1990 e o Quicksand participou do processo de construção de uma sonoridade que é ligada a nomes como Circa Survive, Thursday, Glassjaw e ao seminal Fugazi, este que começou tudo de verdade em meados dos 80.
Acordes reverberantes, uma música com foco nas guitarras secas e distorcidas, quase sempre com linhas de baixo e bateria intensas o bastante para manter a energia num astral pontual, seja para agitar ou cantar junto. Longe de ser uma definição absoluta do post-hardcore, ao menos aproxima – em palavras – o que o Quicksand se dedica a fazer.

Dos três álbuns lançados, dois são do início dos anos 90 – “Slip” e “Manic Compression” – que resistem ao tempo e não raramente apontados como clássicos do rock noventista. Longe de ser exagero. À época do lançamento do debut “Slip”, em 1993, a “BBC” escreveu: “uma master class de 40 minutos de um perfeito post-hardcore”. A “AllMusic” foi mais específica: “a música do Quicksand contém uma poderosa ira e emana persistência”.

“Maniac Compression”, em 2001, foi apontado como “à frente do seu tempo” em resenha no site Punk News pelos afiados riffs que nunca aliviam, mencionando a força que tem para agradar fãs de rock, metal ou emo. É claramente mais pesado e agressivo.

O hiato de anos, as experiências individuais em outras bandas e a volta em 2013 culminaram no maduro “Interiors”, de 2017, que funciona como uma síntese do início de carreira junto a um aceno ao futuro. Aqui o post-hardcore ganha melodia, mas mantém a mesma carga emotiva nas composições, o transformando num álbum único do estilo.

A TURNÊ

No show em São Paulo, dia 2 de junho a partir das 18 horas no Fabrique Club, o show do Quicksand terá a abertura do Eu Serei a Hiena, que oficializam o retorno aos palcos exatamente neste dia. Já no dia seguinte, 3/6, o Quicksand no Rio de Janeiro terá a participação do menores atos, m dos principais nomes da nova safra do rock carioca, que se firmou de vez com o espetacular álbum ‘animalia’ (2014) e prestes a lançar disco novo.

SERVIÇO:

Quicksand em São Paulo

Data: 2 de junho de 2018

Horário: 18 horas

Ingressos: 2º lote R$100 (Meia entrada / Estudante / Promocional*)

2º lote R$100 (Meia entrada / Estudante / Promocional*)

Compre aqui: https://pixelticket.com.br/eventos/1840/quicksand-sao-paulo

Censura: 16 anos

Local: Fabrique Club

Endereço: Rua Barra Funda, 1071 – Barra Funda, São Paulo

*(Promocional para não estudantes doando 1 kilo de alimento não perecível)

Quicksand no Rio de Janeiro

Data: 3 de junho de 2018

Horário: 18 horas

Ingressos: 1º lote R$80 (Meia entrada / Estudante / Promocional*)

2º lote R$100 (Meia entrada / Estudante / Promocional*)

Camarote: $130 (Meia entrada / Estudante / Promocional*)
Compre aqui: https://pixelticket.com.br/eventos/1841/quicksand-rio-de-janeiro

Censura: 16 anos

Local: Teatro Odisseia

Endereço: Avenida Mem de Sá, 66 – Centro, Rio de Janeiro

*(Promocional para não estudantes doando 1 kilo de alimento não perecível)

 

(Fonte: Erick Tedesco, Assessoria de Imprensa)

Estereoh : A banda cearense lança seu primeiro álbum.


(Foto: Gustavo Portela/Divulgação)

Hoje a banda cearense “Estereoh” está lançando seu “debut” em todas as plataformas digitais e amanhã acontece o show de lançamento no “Café Couture” em Fortaleza/CE. (Saiba mais sobre o show Aqui.)

O primeiro disco da “Estereoh” é um apanhando de canções que apresentam ao público um olhar sobre temas universais que vão da guerra entre nações (“Palestina”) ao clímax sexual humano (“Gozo”). Formada por Jack de Carvalho (guitarra/voz), Henrique Monteiro (baixo) e Christopher Jimmy (bateria). A banda cearense já se apresentou em duas edições do “Garage Sounds” e também no “Rock Cordel”, “Seattle Night” e “Maracanaú Rock Fest”. Em março, a canção “Especial” foi lançada em coletânea nacional editada pela banda paulista “Dance of Days”.

Quando se trata de palavra, a narrativa da Estereoh está influenciada pela poesia de Ferreira Gullar e Paulo Leminski, mas também com admiração a novos compositores como Beto Cupertino (GO) e Nenê Altro (SP).
Explorando temas em primeira pessoa, as composições apontam para o conflito familiar em “Menino de Asas” (“as suas poucas palavras / suas mãos pesadas / minhas tristes confissões pros amigos lá da escola”), para a tensão social em “Não Me Importa” (“Quem é rei, quem é povo / Vamos saber quando começar / A batalha por um Mundo novo”) e homenageia as memórias de uma família em “Calendário” (“De onde vem meu sobrenome? E os parentes de tão longe?”). Para fechar o disco a instrumental Julia Roberts.

“Especial”, primeiro single do disco, foi lançada em dezembro de 2017 e já tocou durante entrevistas nas rádios “O Povo CBN” e “Band News FM Fortaleza”; na programação musical da Fortaleza FM e Universitária FM; e também foi executada no programa PontoCe da Mutante Radio.

A capa do disco da Estereoh tem fotografia de Felipe Camilo e retrata o edifício São Pedro, primeira edificação da orla de Fortaleza, erguido nos anos 1940, onde funcionou o Iracema Plaza Hotel.

2018 - Estereoh - Estereoh

Álbum: Estereoh
Lançamento: 13/05/2018
Gravação: Mocker Discos
Produção: Igor Miná e Alinne Rodrigues
Engenharia de gravação: Roger Maciel e Igor Miná

Tracklist

01. Intro
02. Palestina
03. Razões
04. Não Me Importa
05. Especial
06. Menino De Asas
07. Gozo
08. Calendário
09. Quem Você Deixou
10. Julia Roberts
11. Especial (Extended Version)

Ouça o Álbum no Spotify.

Conheça mais sobre “Estereoh” nas redes sociais.

https://twitter.com/estereohband
https://www.instagram.com/estereoh/
https://facebook.com/Estereoh/
https://www.youtube.com/estereoh
https://estereoh.bandcamp.com/
https://www.deezer.com/br/artist/14116335

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*** Canal do Rock, por Marcelo Vasconcelos. ***

“Som Nosso de Cada Dia” faz show em Niterói para o relançamento do LP “Snegs”.

(Foto: Divulgação/Acervo da Banda)

Uma das maiores bandas de Rock Progressivo nacional dos anos 70 vai efervescer o palco do Teatro Municipal João Caetano, em Niterói, pela primeira vez no Rio de Janeiro, no sábado, dia 5 de maio, às 20 horas. O Som Nosso de Cada Dia, uma das mais emblemáticas bandas brasileiras da década de 70, está de volta sob a batuta de seu fundador Pedro Baldanza. O show é resultado da jovem parceria entre a produtora Vértice Cultural, a Rádio Beprog, a Masque Records e a Moshi Moshi Produtora, abrindo uma importante ponte aérea Rio-SP de rock progressivo.

Com 46 anos de existência, passando por diversas formações e caminhos musicais e poéticos distintos, a banda sobreviveu à prova do tempo, sendo descoberta e redescoberta, geração após geração. Formada em 1972 por Pedro Baldanza, o Pedrão (baixo, viola e vocal), Pedrinho Batera (bateria e vocal) e Manito (teclados, sax, flauta e violino), lançou em 74 o LP “SNEGS”, considerado por muitos como o melhor disco de Rock Progressivo brasileiro.

Em 1977, foi a vez do eclético álbum “SOM NOSSO”, que trouxe um lado A (Sábado) Funk, Soul e um Lado B (Domingo) Rock Progressivo e mesmo com a boa repercussão do disco o grupo acabou se dissolvendo em 1978.]

O retorno em 1994 parecia ser definitivo com a gravação do disco Live’94, mas com a morte inesperada e prematura de Pedrinho Batera em 95 resolvem parar mais uma vez. Em 2004, se reúnem novamente para uma série de apresentações que vão até 2010, quando se agrava a doença que levou Manito a falecer em 2011.

A banda hoje é formada por Pedro Baldanza, baixo e vocal, Pedro Calasso (Projeto Preto Véio), percussão e vocal, Marcello Schevano (Casa das Maquinas/Golpe de Estado/Carro Bomba), Guitarra e vocal, Fernando Cardoso (Violeta de Outono), teclados e Edson Ghilardi (Terreno Baldio) na bateria.

Além de suas apresentações regradas a um instrumental primoroso, envolvente e canções épicas e atemporais, o SOM NOSSO prepara um disco novo só com músicas inéditas para o segundo semestre de 2018.

Serviço:

Local: “Teatro Municipal João Caetano”, Rua XV de Novembro, 35 – Centro – Niterói/RJ
Data e Horário: 05/05/2018, sábado às 20h
Informações: 2620-1624
Classificação etária: Livre

Ingressos:

Setor Verde: R$ 120,00
Setor Amarelo: R$ 100,00
Setor Vermelho: R$ 70,00
Comprar online: https://www.ingressorapido.com.br/event/6476/d/27135
Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/230948830788127/

 

(Fonte: Fábio Cezanne, Assessoria de Imprensa)
*** Canal do Rock, por Marcelo Vasconcelos. ***

The Galo Power : A banda goiana lança seu novo álbum, “Bote”!


(Foto: Divulgação)

A banda goiana “The Galo Power” ataca mais uma vez. E com um golpe certeiro! Essa semana o power trio disponibilizou seu novo disco nas principais plataformas digitais. “Bote” é o quarto álbum do grupo, e marca o retorno à formação original, com os primos Bruno e Evandro Galo (guitarra e bateria, respectivamente) e Rodolpho Gomes no baixo e viola.

Na estrada desde 2007, o “The Galo Power” faz um blues rock duro e psicodélico, inspirado nos 1960 e 1970, em nomes como Grand Funk Railroad, Cream, Deep Purple, Black Sabbath, The Who, Creedence, Ten Years After.

Com seis músicas, “Bote” se diferencia dos trabalhos anteriores, com a maioria das músicas em português e algumas trilhas instrumentais regadas ao experimentalismo. O álbum foi quase todo gravado em Brasília, na Sala Fumarte, pelos irmãos Bruno e Breno Prieto, a exceção é “Casa do Medo”, gravada em Goiânia no AMP Stúdio, por Douglas Ramirez. A música é uma versão que a banda fez para House of Fear, da banda Ngozi Family, da Zâmbia. Uma homenagem a Paul Ngozi (1949-1989), idealizador da banda e do chamado movimento ‘Zamrock’, criado nos anos 70, na Zâmbia, que mesclava rock clássico, hard rock, blues, soul e psicodelismos.

Prepare-se para o Bote! E sinta a força do Galo!


Álbum: Bote
Lançamento: 23/04/2018
Gravadora: Monstro Discos

Tracklist

01- Começo do Fim / Desande
02- Stay
03- Casa do Medo
04- Descarrilhado
05- Clarezas Atravessadas
06- Gaiola

Ouça o Álbum, no Spotify!!!

 

(Fonte: Monstro Discos, Assessoria de Imprensa)
*** Canal do Rock, por Marcelo Vasconcelos. ***

A banda de stoner rock mineira “The Spacetime Ripples” lança seu álbum de estreia.


(Foto: Pedro Castro/Divulgação)

Da turnê pelos festivais independentes nos Estados Unidos em 2017 à mudança de nome (ex-Tempo Plástico) e pré-lançamento do álbum de estreia através do canal norte-americano especializado em stoner rock, o renomado Stoned Meadow Of Doom, o debut do quarteto mineiro The Spacetime Ripples finalmente está disponível nas principais plataformas de streaming. Ouça Legend of Creation pelo serviço de música preferido em https://ONErpm.lnk.to/TheSpacetimeRipples.

Ao vivo, a banda oficialmente lança o disco em Belo Horizonte, em junho, num show que terá todos os detalhes divulgados em breve. ‘Freedom Fight’, uma das músicas mais impactantes do debut, já é destaque na playlist Novo Rock Brasil, criada pela distribuidora digital Onerpm. Confira: https://ONErpm.lnk.to/NovoRockNacional

Legend of Creation é essencialmente stoner rock com elementos psicodélicos e referências ao grunge, recomendado para fãs de Black Sabbath, Kyuss, Alice in Chains e Queens of the Stone Age. O álbum foi gravado em São Paulo, no Wah Wah Studio, produzido e mixado por Michel Kuaker (Supla, Edgard Scandurra, Vespas Mandarinas). A masterização foi realizada por Carl Saff (Red Fang, Fu Manchu), em Chicago (EUA).

The Spacetime Ripples, cujo nome é uma referência à uma teoria do Einsten sobre ondulações no tempo espaço, é Fabio Gruppi (vocal), Claudio Moreira (guitarra), Luciano Porto (baixo) e Saulo Ferrari (bateria). “Sugere uma nova relação com o tempo, onde presente, passado e futuro coexistem”, fala o vocalista em alusão à fase anterior da banda, ainda como Tempo Plástico. Para divulgar a nova fase da banda e testar o poder de fogo das músicas de Legend of Creation, o The Spacetime Ripples se aventurou pelos Estados Unidos em um motor-home e percorreu mais de 20 cidades. Foram 23 shows em 45 dias! A turnê começou em Los Angeles, no Festival YouBloom. Subiu a costa Oeste dos Estados Unidos até Seattle, desceu pelas Montanhas Rochosas passando por Salt Lake City e Denver, foi até o Texas, Novo México e Arizona, no caminho de volta para o último show em Los Angeles, no Halloween.

 


Álbum: Legend of Creation
Lançamento: 26/01/2018

Tracklist

01. Legend of Creation
02. I Got Music
03. Freedom Fight
04. Against The Wall
05. So Alive
06. High All The Time
07. Don´t Mind
08. Single Day
09. Fool On Fire

Ouça o Álbum, no Spotify!!!

 

(Fonte: Erick Tedesco, Assessoria de Imprensa)
*** Canal do Rock, por Marcelo Vasconcelos. ***

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