Novo Clip = “Radio Front – Black Soldier”

Artista: Radio Front
Álbum: Into the Rain (2018)
Música: Black Soldier

Mesclando influências pessoais como uma rádio a sintonizar frequências diferentes, o álbum de estreia “Into The Rain” reúne faixas com contornos diversos do rock alternativo, do grunge, do stoner com momentos que se aproximam de vertentes tão diferentes entre si como o hardcore e o metal. A banda, que iniciou a carreira nos subúrbios do Rio de Janeiro, traz um peso nas letras, junto do som.

“Black Soldier” é uma boa representação disso. “O principal conceito da dessa música é a imagem da morte vindo buscar a pessoa amada. Ela dialoga bem com nosso clipe anterior, de ‘Into the rain’. Se ‘Black soldier’ é sobre a morte, aquela sente o luto”, conta Felipe Nova.
No vídeo, feito em um dia de muito frio, o vocalista surge nu, sujo de lama e amarrado por correntes em uma procissão no meio da escuridão. O vídeo é uma realização da produtora Screamin.

A Radio Front é formada por Felipe Nova (vocal), Marcelo Moreira (baixo), Bruno Moreira (guitarra), Yuri Corrêa (guitarra) e Leonardo Bourseau (bateria).

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(Fonte: Nathália Pandeló Corrêa, Assessoria de Imprensa)
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*** Canal do Rock, por Marcelo Vasconcelos. ***

“A banda capixaba Dead Fish lança “Ponto Cego”, seu oitavo álbum de estúdio.”

(Foto: Banda Dead Fish, por Marcelo Marafante)

A banda capixaba lançou hoje seu novo álbum intitulado “Ponto Cego”. O álbum é o oitavo da carreira e sucede “Vitória” lançado em 2015, e é o primeiro sem o baixista Alyand.

Release

Mudanças no Governo, polarização política, polêmicas e desinformação embalavam o Carnaval de 2019 ao mesmo tempo que o estúdio Tambor (RJ) recebia os veteranos do Dead Fish para a gravação de “Ponto Cego”. Com 15 faixas inéditas, o registro faz um recorte da situação política, econômica e social do Brasil “de golpe a golpe” e “o retrato da vida de um cidadão médio de condomínio”, numa janela temporal do impeachment de Dilma Rousseff à eleição de Jair Bolsonaro.

“Ponto Cego” não é o título de nenhuma faixa, mas o termo é citado em todas as canções: em representações positivas, como ‘do ponto cego da história brotam vozes de resistência e de luta’ em “A Inevitável Mudança”, ou negativas, como ‘no ponto cego, o grito é em vão’ de “Apagão”. A narrativa circular e não cronológica aprisiona o ouvinte/observador em um labirinto vertical do qual a única saída possível parece ser ligar os pontos — cegos entre si — e tão facilmente detectáveis a quem está de fora.
Desde a saída do baixista Alyand, Marco Melloni (bateria), Ric Mastria (guitarra) e Rodrigo Lima (vocal), sem vínculos e sem prazo, estavam preocupados apenas em fazer um disco consistente e relevante, descartando composições insatisfatórias e afiando o discurso. Mastria, com seus riffs velozes e arranjos elaborados, trouxe uma renovação ao hardcore sempre enérgico que a banda vem apresentando nesses 28 anos de estrada. Rodrigo, conhecido por sua escrita afiada, retomou a parceria com Alvaro Dutra (Dissônicos/Pulso), iniciada no álbum “Vitória”, para desenvolver e aprimorar o conceito do disco, além de contar com Gabriel Zander (Noção de Nada/Zander) na faixa “Descendo as Escadas”. Zander também já havia contribuído com Lima, e assina o hit “A Urgência”, de 2004.

Toda essa dedicação foi recompensada com a volta da banda para os braços da Deck, gravadora que lançou “Zero e Um” (2004) e impulsionou a banda para palcos e públicos maiores, colecionando álbuns de estúdio, ao vivo, DVDs, clipes, turnês e prêmios. Rafael Ramos volta a assinar a produção de um álbum do Dead Fish em “Ponto Cego” e garante a passagem do disco para o Colorado, nos EUA, a fim de ser mixado por ninguém menos que Bill Stevenson, em seu estúdio The Blasting Room. Baterista de bandas como Descendents, ALL e do clássico absoluto Black Flag, Bill tem suas digitais na produção de importantes nomes do hardcore das últimas décadas — entre os quais, NOFX, Propagandhi, Face to Face e Rise Against. A masterização ficou por conta de Jason Livermore, parceiro de Stevenson que além dos nomes já citados masterizou bandas como Hot Water Music, Strung Out e Lagwagon. Por fim, coube ao artista Flávio Grão traduzir essas ideias e criar a identidade visual do disco. Grão já havia trabalhado com o grupo na coletânea independente “Faces do Terceiro Mundo” (2002).

“Ponto Cego” já nasce histórico. Não só por ser um disco cuidadosamente feito por uma banda experiente, mas por registrar um fragmento da história que vem sendo negada e apagada pelos novos narradores. Um disco ao mesmo tempo urgente e reconfortante por enfatizar que essa história ‘não termina assim’.

Release, por Alvaro Dutra (ex-Dissônicos, escritor e parceiro musical de Rodrigo Lima. Coautor de 12 das 15 faixas de “Ponto Cego).

Artista: Dead Fish
Álbum: Ponto Cego
Data de lançamento: 31/05/2019
Gravadora: Deck

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Conheça mais sobre a banda “Dead Fish” nas redes sociais:

Facebook: https://www.facebook.com/deadfishoficial
Instagram: https://www.instagram.com/deadfishoficial/
YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCDXLfrS9dFh2yMkvjUEjpsQ

(Fonte: Marcus Cesar, Assessoria de Imprensa)
*** Canal do Rock, por Marcelo Vasconcelos. ***

“A banda gaúcha Rebel Machine lança “Whatever It Takes”, seu segundo álbum de estúdio.”

(Foto: Banda Rebel Machine / Divulgação)

A banda gaúcha Rebel Machine lançou na última sexta-feira, dia 24 de maio, seu novo trabalho. “Whatever It Takes”, segundo álbum do quarteto formado por Marcelo Pereira (Vocal e Guitarra), Murilo Bittencourt (Guitarras), Marcel Bittencourt (Baixo) e Chantós Mariani (Bateria) traz ao público a pegada high energy Rock and Roll, característica do álbum antecessor (Nothing Happens Overnight, 2016) ao mesmo tempo em que transita por novos terrenos musicais, explorando sonoridades ora mais melódicas, ora mais modernas.
Recentemente o Rebel Machine foi banda de abertura para dois grandes nomes do Rock internacional: em março, Black Label Society, banda capitaneada pelo guitarrista Zakk Wylde e no último dia 21 de maio foi responsável por aquecer o público antes da apresentação do guitarrista “Slash” frente a mais de quatro mil pessoas.
“Whatever It Takes” é, a exemplo de seu antecessor, um álbum produzido pela própria banda, mas que contou com a produção vocal de Renato Osório (ex-Hibria, Keep Them Blind), mixagem e masterização do produtor sueco Mats Lindström e tem a arte assinada por Henry Lichtmann. “Whatever It Takes” é o primeiro lançamento do Rebel Machine pelo selo sueco “Big Balls Productions”.

Artista: Rebel Machine
Álbum: Whatever It Takes
Data de lançamento: 24/05/2019
Gravadora: Big Balls Productions

Nossa Opinião

A banda gaúcha de Porto Alegre já marca presença no canal desde o lançamento de seu álbum de estreia, o ótimo “Nothing Happens Overnight” , inclusive, o álbum figurou na lista de melhores álbuns do rock nacional de 2016.
“Whatever It Takes”, o segundo lançamento da banda, foi lançado nas plataformas de streaming na última sexta-feira e é mais um excelente trabalho dos gaúchos, mais maduro, coeso e com pitadas melódicas e experimentais, mas que continua trilhando o caminho certo com sua mistura cativante da essência do Hard Rock clássico e da alegria e vigor do Garage Rock que segue a linha de bandas que eu curto muito “The Hellacopters” e “Backyard Babies”, muito bom. Álbum recomendadíssimo, com certeza um dos melhores lançamentos do rock nacional no ano.

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Conheça mais sobre a banda “Rebel Machine” nas redes sociais:

Site: www.rebelmachine.com.br
Facebook: facebook.com/rebelmachineofficial
Instagram: instagram.com/rebelmachineofficial
YouTube: youtube.com/rebelmachineofficial
Bandcamp: rebelmachine.bandcamp.com
Twitter: @RebelMachine1

(Fonte: Marcel Bittencourt, Banda Rebel Machine)
*** Canal do Rock, por Marcelo Vasconcelos. ***

A banda paulista “The Mönic” lança “Maldizer”, terceiro single de seu álbum de estreia.

(Foto: Banda The Monic, por Marcelle Stavale)

Prestes a lançar seu primeiro álbum, “Deus Picio”, a The Mönic adianta mais uma faixa de seu registro inédito. O single “Maldizer” (Alê Labelle/Daniely Simões/Joan Bedin/Dani Buarque) já está disponível em todos os aplicativos de música.

Com abordagem profunda, essa é a segunda faixa em português a ser disponibilizada pelo grupo, que já havia lançado o single “Buda” em 2018. De acordo com a guitarrista e vocalista Dani Buarque, “‘Maldizer’ nasceu da necessidade de colocar em uma canção as crises de pânico e ansiedade que me assombram desde criança. É a narrativa sobre uma vida inteira levada com um incômodo existencial e a urgência de uma metamorfose interna para lidar com a não tão simples questão de existir”.

O instrumental da música surgiu a partir da linha de bateria criada por Daniely Simões. Desse ponto, Buarque acrescentou um riff de guitarra que já havia composto e o resultado ficou ótimo. A partir daí e da frase do refrão, “se logo penso, ‘pra’ que existo?”, a faixa tomou forma com o auxílio de Carlos Eduardo Freitas e Aécio Oliveira na produção. Tal qual os outros singles já lançados (“Mexico” e “Just Mad”) e as demais faixas do disco, “Maldizer” receberá em breve um clipe exclusivo. O álbum “Deus Picio” tem lançamento previsto para o final de junho pela Deck.

Ouça o single no YouTube ou aqui, em sua plataforma de “streaming” preferida.

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Conheça mais sobre a banda “The Mönic” nas redes sociais:

Facebook: https://www.facebook.com/themonicband/
Instagram: https://www.instagram.com/TheMonicband/
YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCYFqWqzK77U8C7VmbyHfnnQ

(Fonte: Batucada Comunicação)
*** Canal do Rock, por Marcelo Vasconcelos. ***

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