A banda “Backdrop Falls” lança clipe em homenagem as mulheres inspirado pela obra do Bad Religion.

A banda cearense de punk rock, Backdrop Falls, acaba de lançar o video-clipe de “Out of My mess”, faixa do disco “There’s no such place as home”, recém-lançado através do selo Electric Funeral Records.

O novo clipe foi concebido como sendo um espelho do vídeo da música “True North”, da banda Bad Religion. Os fans da banda californiana perceberão facilmente essa semelhança. O fato de contar com uma mulher como protagonista, registra a homenagem a todas a mulheres (punks ou não), mas que estão em luta diária para resistir a qualquer situação infeliz e a qualquer ambiente com preconceitos. O vídeo que inspirou o clipe utiliza cenas locais da Califórnia, logo, “Out of my mess” apresenta antigas bandas dos integrantes e eventos da cena local de Fortaleza, estado aonde grupo foi formado.

Confira aqui o clipe de “Out of My mess”:

Backdrop Falls vêm aos poucos conquistando seu espaço no cenário do rock nacional e internacional com seu último lançamento. A banda formada por Matheus Collyer (Matheus (voz/guitarra), Rafael Neutral (guitarra), Roger Capone (bateria) e Ilton Tiger (baixo), apresenta um disco sólido e com forte influência do punk rock californiano dos anos 90, e se destaca apresentando um dos melhores lançamentos da cena punk/hardcore de 2019.

O quarteto segue na promoção do seu full album com a proposta de lançar mensalmente quatro vídeos diferentes (um por semana), sendo um videoclipe, um ‘lyric video’, uma versão ao vivo (em estúdio) e uma versão acústica (voz e violão), e com shows ao redor do Brasil. A banda toca ao lado dos americanos do Face to Face dia 5 de julho no Órbita Bar, em fortaleza e se apresenta em duas edições do Garage Sounds 2019.
Backdrop Falls em breve lançará seu disco em digipack, k7 e vinil, em se prepara para uma tour latino-americana no final de 2019.

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(Fonte: Sylvia Sussekind, Electric Funeral Records)07
*** Canal do Rock, por Marcelo Vasconcelos. ***

Unindo grunge, noise, metal e psicodelia industrial, a banda curitibana “Noid” lança seu EP estreia.

(Foto: Banda Noid, por Henrique Thoms)

Em seu EP de estreia, “Life of Excesses“, a banda curitibana Noid repagina influências do rock alternativo com letras que refletem sobre as ansiedades modernas. O lançamento é do selo Forever Vacation Records e já está disponível nos principais serviços de streaming.

Clique aqui, e ouça o EP em sua plataforma de streaming preferida.

A banda é formada pelo multi-artista Marcelo Fiedler nas guitarras e vocais, Katherine Finn Zander no baixo e vocais e Bruno D. Piccolo na bateria. Fiedler começou a trabalhar nas demos em 2017 e no começo do ano passado apresentou para Zander. Focando no projeto desde o segundo semestre de 2018, eles divulgaram o clipe e single “Leech” em dezembro e recentemente, lançaram um claustrofóbico clipe para  “Unsun”.

“O nome do EP vem do conceito onde vivemos na base de excessos, o ser humano por si só é altamente viciado por natureza. Falamos sobre o flerte com o desgaste e a autodestruição desde o momento de nascença pois, todos começamos como uma mídia virgem, consumindo a vida enquanto ela nos consome, logo terminamos como carcaças calejadas cheias de conteúdo e obsoletas no fim da vida”, reflete Marcelo.

A arte da capa do EP, que conta com cinco faixas,  traz a ideia de excessos em múltiplas camadas de compreensão. Passa por pintura, fotografia e meios digitais, em sobreposição de símbolos e ícones, como a Medusa de Caravaggio sobre a imagem de uma criança sem olhos. “Todas elas juntas falam sobre a dualidade de diferentes personalidades em um ser só, a calmaria imposta por convívio social e a crise da psique por dentro, o que condiz muito com a sonoridade da banda”, completa Fiedler.

Clique aqui, e veja outros clips e matérias da banda “Noid”.

Artista: Noid
Álbum: Life of Excesses (EP)
Data de lançamento: 28/06/2019
Gravadora: Forever Vacation Records

“Life of Excesses” está disponível em todos os principais serviços de streaming de música e conta com a mixagem de Luiz Sadaiti e masterização de Danilo Machado Akadindo.

Ouça no Spotify:

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(Fonte: Nathália Pandeló Corrêa, Assessoria de imprensa)
*** Canal do Rock, por Marcelo Vasconcelos. ***

A banda paulista “The Mönic” lança “Deus Picio”, seu esperado álbum de estreia.

(Foto: Banda The Mönic, por Marcelle Buarque Stavale)

Já está disponível em todas as plataformas digitais, “Deus Picio” (Deck), o primeiro álbum da The Mönic, destaque do rock nacional da atualidade. Com sete faixas, o registro inclui os singles “Mexico” e “Just Mad”, que têm clipes disponíveis no YouTube, e “Maldizer”, cujo vídeo será lançado em breve.

Gravado ao longo de 2019 no Estúdio Aurora (São Paulo), com produção e mixagem da própria banda, Carlos Eduardo Freitas e Aécio Oliveira, esse é o primeiro disco do quarteto, que já havia lançado, em 2018, as músicas “High” e “Buda”. Formada por Alê Labelle (guitarra e vocais), Dani Buarque (guitarra e vocais), Joan Bedin (baixo) e Daniely Simões (bateria), a The Mönic é fortemente influenciada pelo grunge garage rock, fazendo um som pesado e direto.

Clique aqui, e veja os clipes e outras matérias sobre a banda no Canal do Rock.

Artista: The Mönic
Álbum: Deus Picio
Data de lançamento: 28/06/2019
Gravadora: Deck

Ouça o álbum no Spotify

O show de lançamento de “Deus Picio” será no Centro Cultural São Paulo, no dia 13 de julho, Dia Mundial do Rock. Na ocasião, a banda se apresentará na sala Adoniran Barbosa junto ao Violet Soda. A apresentação começa às 19h.

Serviço:  The Mönic – Lançamento de “Deus Picio”

Participação especial: Banda Violet Soda / Data: 13 de julho (sábado)

Local: Centro Cultural São Paulo – Sala Adoniran Barbosa
Endereço: Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso – São Paulo/SP

Abertura da casa: 18h / Show: 19h / Ingresso: R$ 25 (inteira)

 

Conheça mais sobre a banda “The Mönic” nas redes sociais:

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Twitter: https://twitter.com/TheMonicBand

(Fonte: Batucada Comunicação)
*** Canal do Rock, por Marcelo Vasconcelos. ***

Novo Clip = “Radio Front – Black Soldier”

Artista: Radio Front
Álbum: Into the Rain (2018)
Música: Black Soldier

Mesclando influências pessoais como uma rádio a sintonizar frequências diferentes, o álbum de estreia “Into The Rain” reúne faixas com contornos diversos do rock alternativo, do grunge, do stoner com momentos que se aproximam de vertentes tão diferentes entre si como o hardcore e o metal. A banda, que iniciou a carreira nos subúrbios do Rio de Janeiro, traz um peso nas letras, junto do som.

“Black Soldier” é uma boa representação disso. “O principal conceito da dessa música é a imagem da morte vindo buscar a pessoa amada. Ela dialoga bem com nosso clipe anterior, de ‘Into the rain’. Se ‘Black soldier’ é sobre a morte, aquela sente o luto”, conta Felipe Nova.
No vídeo, feito em um dia de muito frio, o vocalista surge nu, sujo de lama e amarrado por correntes em uma procissão no meio da escuridão. O vídeo é uma realização da produtora Screamin.

A Radio Front é formada por Felipe Nova (vocal), Marcelo Moreira (baixo), Bruno Moreira (guitarra), Yuri Corrêa (guitarra) e Leonardo Bourseau (bateria).

Clique aqui, e veja outros clips e matérias da banda “Radio Front”.

(Fonte: Nathália Pandeló Corrêa, Assessoria de Imprensa)
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*** Canal do Rock, por Marcelo Vasconcelos. ***

“A banda capixaba Dead Fish lança “Ponto Cego”, seu oitavo álbum de estúdio.”

(Foto: Banda Dead Fish, por Marcelo Marafante)

A banda capixaba lançou hoje seu novo álbum intitulado “Ponto Cego”. O álbum é o oitavo da carreira e sucede “Vitória” lançado em 2015, e é o primeiro sem o baixista Alyand.

Release

Mudanças no Governo, polarização política, polêmicas e desinformação embalavam o Carnaval de 2019 ao mesmo tempo que o estúdio Tambor (RJ) recebia os veteranos do Dead Fish para a gravação de “Ponto Cego”. Com 15 faixas inéditas, o registro faz um recorte da situação política, econômica e social do Brasil “de golpe a golpe” e “o retrato da vida de um cidadão médio de condomínio”, numa janela temporal do impeachment de Dilma Rousseff à eleição de Jair Bolsonaro.

“Ponto Cego” não é o título de nenhuma faixa, mas o termo é citado em todas as canções: em representações positivas, como ‘do ponto cego da história brotam vozes de resistência e de luta’ em “A Inevitável Mudança”, ou negativas, como ‘no ponto cego, o grito é em vão’ de “Apagão”. A narrativa circular e não cronológica aprisiona o ouvinte/observador em um labirinto vertical do qual a única saída possível parece ser ligar os pontos — cegos entre si — e tão facilmente detectáveis a quem está de fora.
Desde a saída do baixista Alyand, Marco Melloni (bateria), Ric Mastria (guitarra) e Rodrigo Lima (vocal), sem vínculos e sem prazo, estavam preocupados apenas em fazer um disco consistente e relevante, descartando composições insatisfatórias e afiando o discurso. Mastria, com seus riffs velozes e arranjos elaborados, trouxe uma renovação ao hardcore sempre enérgico que a banda vem apresentando nesses 28 anos de estrada. Rodrigo, conhecido por sua escrita afiada, retomou a parceria com Alvaro Dutra (Dissônicos/Pulso), iniciada no álbum “Vitória”, para desenvolver e aprimorar o conceito do disco, além de contar com Gabriel Zander (Noção de Nada/Zander) na faixa “Descendo as Escadas”. Zander também já havia contribuído com Lima, e assina o hit “A Urgência”, de 2004.

Toda essa dedicação foi recompensada com a volta da banda para os braços da Deck, gravadora que lançou “Zero e Um” (2004) e impulsionou a banda para palcos e públicos maiores, colecionando álbuns de estúdio, ao vivo, DVDs, clipes, turnês e prêmios. Rafael Ramos volta a assinar a produção de um álbum do Dead Fish em “Ponto Cego” e garante a passagem do disco para o Colorado, nos EUA, a fim de ser mixado por ninguém menos que Bill Stevenson, em seu estúdio The Blasting Room. Baterista de bandas como Descendents, ALL e do clássico absoluto Black Flag, Bill tem suas digitais na produção de importantes nomes do hardcore das últimas décadas — entre os quais, NOFX, Propagandhi, Face to Face e Rise Against. A masterização ficou por conta de Jason Livermore, parceiro de Stevenson que além dos nomes já citados masterizou bandas como Hot Water Music, Strung Out e Lagwagon. Por fim, coube ao artista Flávio Grão traduzir essas ideias e criar a identidade visual do disco. Grão já havia trabalhado com o grupo na coletânea independente “Faces do Terceiro Mundo” (2002).

“Ponto Cego” já nasce histórico. Não só por ser um disco cuidadosamente feito por uma banda experiente, mas por registrar um fragmento da história que vem sendo negada e apagada pelos novos narradores. Um disco ao mesmo tempo urgente e reconfortante por enfatizar que essa história ‘não termina assim’.

Release, por Alvaro Dutra (ex-Dissônicos, escritor e parceiro musical de Rodrigo Lima. Coautor de 12 das 15 faixas de “Ponto Cego).

Artista: Dead Fish
Álbum: Ponto Cego
Data de lançamento: 31/05/2019
Gravadora: Deck

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Ouça o álbum no Spotify

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(Fonte: Marcus Cesar, Assessoria de Imprensa)
*** Canal do Rock, por Marcelo Vasconcelos. ***

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