Livro: “Pearl Jam 20”

Autor: Pearl Jam
Editora: Editora Best Seller
Título Original: “Pearl Jam Twenty” (2011)
Ano de Lançamento: 2015
Tradução: Rodrigo Tavares de Moraes

Sinopse da Editora

Pela primeira vez na história, os integrantes do Pearl Jam se reuniram para narrar as suas próprias versões dos fatos que dizem respeito à banda.
Com muita perspicácia, paixão e franqueza, Eddie Vedder, Jeff Ament, Stone Gossard, Mike McCready e Dave Krusen relatam o passo a passo que percorreram, desde a primeira jam session em Seattle, até a ascensão ao topo das paradas com o álbum “Backspacer”. Os músicos ainda revelam o processo criativo que atravessam, além de detalhes pouco conhecidos de sua trajetória, comentando episódios polêmicos e mal esclarecidos, como a tragédia de Roskilde e a batalha contra a Ticketmaster. A partir dos depoimentos íntimos de cada um dos elementos do grupo e dos comentários de amigos e familiares, o leitor perceberá como o Pearl Jam consegue se manter relevante desde 1990, já tendo vendido mais de 60 milhões de discos ao redor do mundo.
Esse livro, que também conta com um prefácio escrito por Cameron Crowe, é uma leitura indispensável aos fãs e aos simpatizantes da banda.

Sinopse do Livro na Editora Best Seller. http://goo.gl/Pd3zaL

Livro: “Os Youngs – Os irmãos que criaram o AC/DC”

Autor: Jesse Fink
Editora: Editora Gutenberg
Título Original: “The Youngs: The Brothers Who Built AC/DC” (2013)
Ano de Lançamento: 2015
Tradução: Marcelo Hauck

Sinopse da Editora

Da Escócia para a Austrália. Das ruas e dos pequenos clubes para os estádios e os grandes festivais de rock ao redor do mundo. Com mais de 200 milhões de álbuns vendidos, o AC/DC não é apenas uma das maiores bandas de rock ainda na ativa. É uma família e um grande império, construído pelos irmãos George, Malcolm e Angus Young. E é essa a história contada neste livro, que já foi publicado em quase vinte países, considerado uma das biografias recentes de músicos mais originais já escritas, e selecionado como o melhor livro do gênero pelo AllMusicBooks.com.

Ele conta a extraordinária trajetória por trás desse gigante comercial e musical, revelando alguns dos segredos de seus componentes, sua criatividade e personalidade, e a escalada empreendedora da banda até o topo. Com informações extremamente recentes, reúne relatos de ex-membros do AC/DC e de músicos de bandas como Guns N’ Roses, Rose Tattoo e Dropkick Murphys, e mostra porque o AC/DC consegue manter o mesmo som e a mesma identidade por tantas décadas, entrelaçando a história da banda com a da cena musical que cresceu junto com ela, em um texto apaixonado e descontraído, feito de fã para fã.

Sinopse do Livro na Editora Gutenberg. http://goo.gl/YVIUBF
Veja a matéria de Bernardo Araújo, no jornal O Globo. http://goo.gl/brxocF

Os 50 melhores álbuns de Rock Progressivo de todos os tempos. – Discos de Rock

50 Greatest Prog Rock Albums of All Time

Veja também:  Os 40 melhores álbuns do Punk de todos os tempos.

Veja também:  Os 30 álbuns conceituais mais importantes de todos os tempos.

Segue a lista elaborada pela “Rolling Stone”, e divulgada ontem no site da revista.

01. Pink Floyd – 1973 – The Dark Side Of The Moon
02. King Crimson – 1969 – In The Court Of The Crimson King
03. Rush – 1981 – Moving Pictures
04. Pink Floyd – 1975 – Wish You Were Here
05. Yes – 1972 – Close To The Edge
06. Genesis – 1973 – Selling England By The Pound
07. Jethro Tull – 1972 – Thick As A Brick
08. Can – 1973 – Future Days
09. Genesis – 1974 – The Lamb Lies Down on Broadway
10. Yes – 1971 – Fragile
11. Rush – 1978 – Hemispheres
12. Emerson, Lake and Palmer – 1973 – Brain Salad Surgery
13. Pink Floyd 1977 – Animals
14. Genesis – 1972 – Foxtrot
15. King Crimson – 1974 – Red
16. Gentle Giant – 1972 – Octopus
17. Mike Oldfield – 1973 – Tubular Bells
18. Frank Zappa 1975 – One Size Fits All
19. Premiata Forneria Marconi – 1972 – Per un Amico
20. King Crimson – 1973 – Larks’ Tongues In Aspic
21. Camel – 1974 – Mirage
22. Rush – 1976 – RUSH
23. Tangerine Dream – 1974 – Phaedra
24. Magma – 1973 – Mekanik Destruktiw Kommandoh
25. The Mars Volta – 2003 – De-Loused In The Comatorium
26. Van Der Graaf Generator – 1971 – Pawn Hearts
27. Supertramp – 1974 – Crime of the Century
28. Opeth – 2001 – ‘Blackwater Park’
29. Dream Theater – 1999 – Metropolis PT 2 – Scenes From A Memory
30. U.K. – 1978 – U.K
31. Renaissance – 1973 – Ashes Are Burning
32. Kansas – 1976 – Leftoverture
33. Tool – 2001 – Lateralus
34. Caravan – 1971 – In The Land Grey and Pink
35. Banco Del Mutuo Soccorso – 1973 – Io Sono Nato Libero
36. Harmonium – 1975 – Si On Avait Besoin D’une Cinquieme Saison
37. Marillion – 1987 – Clutching at Straws
38. Gong – You
39. Porcupine Tree – 2007 – Fear of A Blank Planet
40. The Soft Machine – 1970 – Third
41. Amon Dl II – 1970 – Yeti
42. Meshuggah – 1995 – Destroy Erase Improve
43. Electric Light Orchestra – 1974 – Eldorado
44. Strawbs – 1973 – Hero and Heroine
45. Triumvirat – 1973 – Illusions On A Double Dimple
46. Carmen – 1973 – Fandangos in Space
47. Crack the Sky – 1975 – Crack the Sky
48. FM – 1977 – Black Noise
49. Ruins – 1995 – Hyderomastgroningem
50. Happy The Man – 1977 – Happy The Man

A matéria completa e os comentários sobre cada álbum, podem ser vistos no site da revista “Rolling Stone”, neste link: http://goo.gl/pLHp87

Livro: “Meu Apetite Por Destruição – Sexo, Drogas e Guns N’ Roses”

Autor: Steven Adler e Lawrence J. Spagnola
Editora: Edições Ideal
Título Original: My Appetite for Destruction: Sex & Drugs & Guns N’ Roses
Ano de Lançamento: 2015

Sinopse da Editora

A autobiografia do baterista original do Guns N’ Roses é um conto repleto de sexo, drogas, excessos, laquê e uma intensa batalha de 20 anos contra o vício.

O Guns N’ Roses é uma das bandas de rock mais bem-sucedidas do mundo, com aproximadamente 90 milhões de álbuns vendidos. Adler fez parte da formação original, que gravou o clássico álbum de estréia “Appetite for Destruction”. O baterista viveu intensamente o estilo de vida de um rock star, com um passado infame de sexo, drogas e rock’n’roll que resultou na sua expulsão da banda.

E neste livro, pela primeira vez, Adler conta tudo! Em Meu Apetite por destruição ele revela – com sagacidade e franqueza – sua batalha pessoal contra o vício em drogas (20 anos de vício em heroína e crack), incluindo a ruína financeira que ele enfrentou depois de ter sido chutado da banda e os problemas de saúde que quase tiraram sua vida diversas vezes.

Agora limpo e sóbrio, Steven faz o ajuste de contas com sua vida e sua época no Guns N’ Roses, durante a ascensão e queda de uma das maiores bandas de rock de todos os tempos.

Clique aqui, e leia um trecho do livro.

Sinopse do Livro na Edições Ideal.

Livro: “Nunca é o bastante: A história do The Cure”

Autor: Jeff Apter
Editora: Edições Ideal
Título Original: Never Enough: The Story of The Cure.
Ano de Lançamento: 2015

Sinopse da Editora

A história do The Cure começa como a de tantas outras bandas de rock ao redor do planeta. Um grupo de amigos entediados, numa pacata cidade, com uma ideia na cabeça: liberar o tédio e a frustração adolescentes através de música melancólica com guitarras. Um enredo bastante comum. Mas o aspecto prosaico dessa história acaba por aí. Tudo que veio depois foi grandioso, turbulento e causou um impacto profundo (e tristonho) na música contemporânea.

Da suburbana Crawley (em Sussex, Inglaterra) para o mundo: os (originalmente) três rapazes imaginários estabeleceram uma carreira duradoura e influente, que mesclou – talvez como nenhuma outra – essa capacidade improvável de alternar entre músicas longas, densas e soturnas com hits radiofônicos de primeira grandeza. Afinal, a mesma banda que criou “The Same Deep Water As You” também compôs “Friday I’m In Love”. Do fundo do poço ao topo das paradas. Quantas bandas conseguiram equilibrar esses extremos nas suas carreiras?

A biografia escrita por Jeff Apter, ex-editor da Rolling Stone Austrália, vasculha os principais acontecimentos da trajetória desses sobreviventes do pós-punk. Disco por disco, polêmica por polêmica, um relato abrangente e detalhado, que revela curiosidades das gravações, das turnês e também das vidas pessoais dos integrantes. Da inconsistência do primeiro álbum (Robert Smith apitou pouco nesse debut, e decidiu tomar as rédeas depois de se frustrar com o resultado) à trilogia maldita (formada pelos discos Seventeen Seconds, Faith e Pornography), passando pelo sucesso mundial em meados dos anos oitenta, pela bem-sucedida parceria com o diretor Tim Pope (que rendeu clipes que passaram à exaustão na MTV) e por todos os aspectos positivos e negativos que vêm de brinde com a superexposição.

Com Robert Smith conduzindo os rumos da banda de maneira firme, o Cure conquistou uma legião de fãs, vendeu milhões de discos e cravou seu nome na história do rock’n’roll. Pais do gótico? Tem um fundo de verdade, mas é um reducionismo desnecessário, afinal eles foram muito além disso. “The Lovecats”, “Close To Me” ou “Let’s Go To Bed” não me deixam mentir. E essa história não chegou ao fim: Smith e cia seguem cantando e encantando. Nunca é o bastante para o Cure.

– Clique aqui, e leia um trecho do livro.

Sinopse do Livro na Edições Ideal.
– Matéria de Silvio Essinger no Jornal “O Globo”.

Livro: “Dance of Days, duas décadas de punk na capital dos EUA.”

Autor: Mark Andersen e Mark Jenkins
Editora: Edições Ideal
Título Original: Dance of Days, Two Decades of Punk in the Nation’s Capital.
Ano de Lançamento: 2015

Sinopse da Editora

A história da criativa e politizada cena punk de Washington DC ganha vida através das palavras do ativista Mark Andersen e do escritor Mark Jenkins, nessa edição brasileira do clássico Dance of Days.

A capital dos EUA foi o lar do mais fértil e influente cenário underground dos anos 1980 e 1990. Este livro narra a trajetória de artistas pioneiros como Bad Brains, Henry Rollins, Minor Threat, Rites of Spring, Fugazi, Government Issue, Jawbox, Scream e Bikini Kill, ao mesmo tempo em que examina as raízes da Atitude Mental Positiva, o nascimento do straight edge, a Dischord Records, o Revolution Summer, a Positive Force, o movimento Riot Grrrl e o emo. Muitas tendências e subgêneros nascidos em Washington foram disseminados pelo resto do país e, posteriormente, pelo mundo, causando um impacto profundo no punk. Uma cena que ultrapassou as barreiras geográficas em termos sonoros, culturais e ideológicos.

Este livro fornece uma janela para a história oculta de uma verdadeira revolução do rock, que invadiu o mainstream no início dos anos 1990. Uma história inspiradora. Uma história que merece ser contada.

– Leia e saiba mais no site da Edições Ideal.

– Clique aqui, e leia um trecho do livro.

Livro: “Paul Stanley – Uma vida sem máscaras”

Autor: Paul Stanley / Tim Mohr
Editora: Belas Letras
Título Original: “Paul Stanley – Face the Music: A Life Exposed”
Tradutor: Bruno Mattos
Ano de Lançamento: 2015

Release da Editora

Conhecido por seu personagem de palco, “Starchild”, Paul Stanley escreveu um livro de memórias emocionante que é uma combinação de revelações pessoais e bravas histórias de guerra sobre os altos e baixos tanto dentro como fora do KISS, uma das maiores bandas de rock do mundo em atividade.

Nascido com uma doença chamada microtia (uma deformidade na orelha que causa surdez no lado direito), as experiências traumáticas de infância produziram em Stanley uma vontade de ser bem-sucedido na área mais improvável: a música. Conduzindo o leitor por uma série de eventos que levaram à fundação do KISS, as relações pessoais que ajudaram a moldar sua vida e a dinâmica turbulenta entre os colegas de banda ao longo dos últimos quarenta anos, este livro não deixa ninguém ileso – inclusive o próprio Stanley.

Com fotos nunca antes vistas, Uma vida sem máscaras é um retrato vibrante de um homem e da banda que ele ajudou a criar, definir e sustentar. Uma história às vezes honesta e chocante; às vezes engraçada e inspiradora, vista, pela primeira vez, sem nenhuma maquiagem.

– Clique aqui, e leia um trecho do livro.

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