Livro: “The Rolling Stones, A Biografia Definitiva”

Autor: Christopher Sandford
Editora: Record
Título Original: “The Rolling Stones: Fifty Years”
Tradutor: Catharina Pinheiro
Ano de Lançamento: 2014

Release da Editora

Apesar do título do livro, nunca vai existir uma biografia definitiva dos Rolling Stones, já que as nuances inerentes à banda são vastas e ilimitadas. Mas a obra de Sandford, lançada originalmente em 2012 para coincidir com o cinquentenário dos veteranos roqueiros, consegue fazer uma completa, sarcástica e por vezes reveladora crônica das tumultuadas décadas em que os Stones redefiniram absolutamente tudo no universo do rock. Assim como o grupo, o livro tem um aspecto bipolar. Prisões por porte de drogas, escândalos sexuais, problemas financeiros e mortes (como a do guitarrista e fundador Brian Jones) dominam o começo da narrativa. Depois, o foco muda e o que temos são contratos milionários, turnês gigantescas e músicos com um estilo de vida que poderia ser confundido com o dos mais inacessíveis aristocratas. Das páginas de Sandford emergem as figuras opostas que ditam os rumos da banda: o sempre pragmático Mick Jagger, um performer extremamente profissional e um homem de negócios astuto, e Keith Richards, que apesar de toda a excentricidade aparece como um sujeito inteligente e até mesmo sensível. O autor não se esqueceu também das mulheres que ajudaram a forjar a personalidade dos Stones. Marianne Faithfull, namorada de Jagger durante a época da Swinging London, foi fundamental para que o cantor desenvolvesse um lado mais culto e de bon-vivant. Já Anita Pallenberg exerceu sobre a banda ímpeto criativo, mas também trouxe uma força destrutiva e uma decadência chique. A princípio namorada de Brian Jones, ela depois se aninhou com Richards e, para o bem ou para o mal, mudou a vida do guitarrista.

– Leia e saiba mais no site da Editora Record.
– Leia a matéria do jornalista “Ricardo Schott” sobre o livro.

Livro: “Robert Plant, Uma vida”

Autor: Paul Rees
Editora: Leya
Tradução: Érico Assis
Ano de Lançamento: 2014
Título Original: “Robert Plant: A Life”

Sinopse da Editora

Quando pensamos num deus do rock, a primeira imagem que vem à nossa cabeça é a de Robert Plant. O músico assumiu o posto de divindade como vocalista do Led Zeppelin, a banda que mobilizou arenas, destruiu hotéis e deixou um legado de sucessos até hoje ouvidos – e cultuados – por milhões de fãs. Robert Plant: Uma vidatambém é a história do homem apaixonado por viagens, futebol, literatura e pelas mulheres. É o que contam seus amigos e colaboradores – inclusive aqueles que não o veem como ser divino, muito pelo contrário… Reservado quanto à vida pessoal e à tragédia que o abalou para sempre, Plant nunca autorizou uma biografia sua nem do Led Zeppelin, o que inclui esta. Mesmo assim, Rees consegue um panorama histórico que elucida a voz por trás de “Stairway to Heaven”, “Dazed and Confused” e “Whole Lotta Love,” entre muitas outras.

– Leia e saiba mais no site da Editora Leya.

– Leia a matéria sobre o livro, no site “Combate Rock”.

Os 100 maiores “riffs” de guitarra da história do rock.

 

A emissora de rádio britânica “BBC Radio 2” revelou ontem, o resultado da votação que elegeu os 100 maiores “riffs” de guitarra da história do rock. A votação realizada pela internet com os ouvintes da rádio britânica, ocorreu entre os dias 14 de julho e 04 de agosto, e o título de melhor riff de todos os tempos acabou nas mãos da banda Led Zeppelin, com a música “Whole Lotta Love”.

 

– Ouça a Playlist: BBC Radio 2’s Greatest Guitar Riffs

 

Veja a lista completa dos 100 melhores “Riffs” de guitarra da história do rock:

01-Led Zeppelin – Whole Lotta Love

02- Gun N’Roses – Sweet Child o’ Mine

03- AC/DC – Back In Black

04- Deep Purple – Smoke On The Water

05- Derek and the Dominos – Layla

06- The Smiths – How Soon Is Now

07- Status Quo – Down Down

08- Dire Straits – Money For Nothing

09- The Kinks – You Really Got Me

10- Pink Floyd – Money

11- David Bowie – Ziggy Stardust

12- The Jimi Hendrix Experience – Purple Haze

13- Manic Street Preachers – Motorcycle Emptiness

14- T. Rex – 20th Century Boy

15- Arctic Monkeys – Do I Wanna Know?

16- Metallica – Enter Sandman

17- Chuck Berry – Johnny B. Goode

18- Rush – The Spirit Of Radio

19- Bon Jovi – Livin’ On A Prayer

20- Nirvana – Smells Like Teen Spirit

21- Free – All Right Now

22- Fleetwood Mac – Oh Well

23- Lynyrd Skynyrd – Sweet Home Alabama

24- Cream – Sunshine Of Your Love

25- The White Stripes – Seven Nation Army

26- Black Sabbath – Paranoid

27- The Rolling Stones – (I Can Get No) Satisfaction

28- The Beatles – Day Tripper

29- Ocean Colour Scene – The Riverboat Song

30- Pearl Jam – Alive

31- Queen – One Vision

32- The Cult – She Sells Sanctuary

33- Sex Pistols – Pretty Vacant

34- Blue Oister Cult – Don’t Fear The Reaper

35- Radiohead – No Surprises

36- Focus – Hocus Pocus

37- Oasis – Cigarettes & Alcohol

38- Queens Of The Stone Age – No One Knows

39- The Who – I Can’t Explain

40- Red Hot Chili Peppers – Under The Bridge

41- Van Halen – Ain’t Talkin’ ‘Bout Love

42- Bruce Springsteen – Born To Run

43- The Stone Roses – Fools Gold

44- The Shadows – Apache

45- Bryan Adams – Run To You

46- Faces – Stay With Me

47- Blondie – Atomic

48- Eagles – Life In The Fast Line

49- Dr. Feelgood – Milk & Alcohol

50- Soungarden – Spoonman

51- The Clash – Should I Stay Or Should I Go

52- Rage Against The Machine – Killing In The Name

53- Michael Jackson – Beat It

54- Thin Lizzy – Don’t Believe A Word

55- Aerosmith – Walk This Way

56- ZZ Top – Sharp Dressed Man

57- Muddy Waters – Mannish Boy

58- Duanne Eddy – Peter Gunn

59- Chic – Good Times

60- Franz Ferdinand – Take Me Out

61- Dick Dale – Misirlou

62- Blur – Song 2

63- Television – Marquee Moon

64- Lenny Kravitz – Are You Gonna Go My Way

65- INXS – Need You Tonight

66- U2 – Pride (In The Name Of Love)

67- Johnny Kidd and The Pirates – Shakin’ All Over

68- Isaac Hayes – Theme From Shaft

69- The La’s – There She Goes

70- The Cure – Boys Don’t Cry

71- Roy Orbinson – Pretty Woman

72- The Police – Every Breathe You Take

73- Link Wray – Rumble

74- The Sweet – Blackbuster

75- The Knack – My Sharona

76- Edwyn Collins – A Girl Like You

77- Tom Petty – Runnin’ Down A Dream

78- The Breeders – Cannonball

79- Steppenwolf – Born To Be Wild

80- Joan Jett And The Blackhearts – I Love Rock ‘n’Roll

81- John Lee Hooker – Boom Boom

82- Rainbow – Long Live Rock’n’roll

83- Bo Didley – Bo Didley

84- Buddy Holly – Words Of Love

85- The Byrds – Mr. Tambourine Man

86- The Isley Brothers – That Lady

87- Survivor – Eye of the Tiger

88- Electric Light Orchestra – Ma-Ma-Ma-Belle

89- Eddie Cochran – C’Mon Everybody

90- Foo Fighters – Wheels

91- R.E.M. – The One I Love

92- Earth, Wind & Fire – September

93- The Black Keys – Lonely Boy

94- John Cougar – Jack and Diane

95- The Dandy Warhols – A Bohemian Like You

96- Primal Sreams – Rocks

97- Jet – Are You Gonna Be My girl

98- Beck – Loser

99- Emf – Unbelievable

100- Daft Punk – Get Lucky

 

 

Confira aqui, a matéria completa no site da “BBC Radio 2”.

 

 

 

Livro: “Dead Kennedys, Fresh Fruit for Rotting Vegetables (Os Primeiros Anos)”.

Autor: Alex Ogg
Editora: Edições Ideal
Título Original: Dead Kennedys: Fresh Fruit for Rotting Vegetables – The Early Years
Tradutor: Alexandre Saldanha
Ano de Lançamento: 2014

Sinopse da Editora
(por Marcelo Viegas)

A batida tribal, o baixo ameaçador, a guitarra fantasmagórica e finalmente a voz sarcástica que anuncia “I am Governor Jerry Brown”. Era um verdadeiro chamado para a batalha: um botão de alerta que, quando acionado, invertia os papéis da sociedade. Garotos populares para trás, desajustados para frente! Doce – e barulhenta – vingança dos rejeitados, tímidos, feios, nerds, punks, skatistas, enfim, de todos aqueles considerados “diferentes”.

Esse épico começo de “California Über Alles”, reconhecível a quilômetros de distância, foi incorporado não apenas ao imaginário daquela geração que cresceu pulando com esse som: como um vírus, penetrou no sangue de todo e qualquer punk que nasceu nos anos seguintes. Corrigindo: décadas seguintes.

Lá se vão 34 anos desde o lançamento de Fresh Fruit for Rotting Vegetables, o primeiro e clássico álbum do Dead Kennedys. A edição nacional, em vinil branco, saiu pela gravadora Continental com seis anos de atraso e tornou-se um item sagrado para a juventude brasileira. Era tocado em festas, emprestado (com certo temor) para amigos, gravado em fitas K7, disputado a tapa em lojas quando o pôster estava intacto! Três décadas depois e quase nada mudou: as faixas do Fresh Fruit ainda animam muitas festas, ninguém gosta muito de emprestar esse disco, ele ainda marca presença em playlists ou mixtapes, e o LP com o pôster continua valendo o dobro do preço nas feirinhas de vinil.

A influência do Dead Kennedys é atestada pela longevidade. Fresh Fruit permanece atual.

Assim, o recorte histórico do escritor Alex Ogg é muito bem-vindo. Com a contextualização dos primeiros anos da banda e o acompanhamento minucioso do processo de composição e gravação do debut, o autor britânico consegue estabelecer um pouco de consenso numa história que é marcada por brigas, disputas judiciais e egos inflamados/feridos. É tarefa árdua (quase impossível) lançar algo que agrade todas as partes envolvidas nesse caso. E Alex Ogg conseguiu – com paciência e muito jogo de cintura, mas conseguiu (inclusive ele enumerou no apêndice o número de aspas atribuídas à cada um dos integrantes, para “provar” que todos tiveram a chance de defender a sua versão).

Tretas à parte, a obra vai agradar os fãs, não apenas pelos depoimentos e fatos levantados, mas também pela riqueza gráfica: o livro é todo ilustrado com as artes de Winston Smith, o homem responsável pelo emblemático logo do DK e um dos grandes nomes na técnica da colagem punk, e com as fotografias de Ruby Ray, que estava agachado na beira do palco do Mabuhay Gardens, no fim dos anos 70/começo dos 80, registrando a efervescente cena punk que nascia em San Francisco. Mergulhe nas páginas desse livro e entenda com mais clareza o papel-chave do DK na transformação da retórica punk em algo genuinamente ameaçador – e incrivelmente divertido.

*Marcelo Viegas é o editor brasileiro do livro e, orgulhosamente, um dos desajustados que pulava feito doido toda vez que ouvia “California Über Alles” numa festa nos anos 80.

Veja o “book trailer” oficial.

– Clique aqui, e leia um trecho do livro.

– Leia e saiba mais no site da Edições Ideal.

– Leia a matéria sobre o livro no site do jornal “O Estado de São Paulo”.

Livro: “Tocando a distância – Ian Curtis e Joy Division”

Autor: Deborah Curtis
Editora: Edições Ideal
Título Original: Touching from a Distance: Ian Curtis and Joy Division
Ano de Lançamento: 2014

Sinopse da Editora

A curta, genial e trágica trajetória de Ian Curtis, vocalista do Joy Division, faz parte daquelas grandes histórias do rock’n’roll. Viveu rápido, morreu jovem e virou mito.

Tocando a distância é o relato íntimo, aprofundado e fiel das duas personas do cantor, o mito e o homem, escrito pela única pessoa qualificada para essa missão: a sua viúva Deborah Curtis.

Reverenciado por seus colegas (“a voz sagrada de Ian Curtis”, disse certa vez Bono Vox, do U2) e idolatrado por seus fãs, Ian Curtis deixou um legado artístico formidável. Hipnotizante em cima do palco, mas introvertido e propenso a variações de humor na vida particular, Ian cometeu suicídio em 18 de maio de 1980.

Essa biografia mostra como Ian Curtis foi seduzido pela glória de uma morte prematura, mesmo com esposa, filha e o iminente sucesso internacional. Considerado o livro essencial sobre esse ícone da era pós-punk, o volume traz prefácios escritos por grandes nomes do jornalismo musical: o inglês Jon Savage e o brasileiro Kid Vinil. O premiado filme Control, de Anton Corbijn, foi baseado nesse livro. A obra ainda inclui todas as letras (algumas inéditas), escritos inacabados, fotos do arquivo pessoal de Deborah Curtis, discografia e a lista de shows do Joy Division.

– Clique aqui, e leia um trecho do livro.

– Sinopse do Livro na Edições Ideal.

Livro: “Dave Grohl – Nada a Perder”

Autor: Michael Heatley
Editora: Edições Ideal
Título Original: Dave Grohl – Nothing To Lose.
Ano de Lançamento: 2012
Tradução: Tony Aiex

Sinopse da Editora

A Edições Ideal traz ao Brasil o livro “Dave Grohl – Nada A Perder”, biografia de “Michael Heatley” com mais de 200 páginas que conta a história do queridinho do rock desde sua infância em “Springfield”, Virginia, até o sucesso gigantesco do “Foo Fighters” com seus discos e clipes, passando pelo período com uma das bandas mais influentes da história, o “Nirvana”.

Curiosidades, declarações polêmicas, bastidores, (muitos) elogios de gente importante e trabalho duro compõem esse livro que explica como um baterista do hardcore tornou-se o líder, vocalista e guitarrista de uma das bandas mais requisitadas e premiadas dos últimos anos.

Nada A Perder tem 11 capítulos organizados de forma cronológica, discografia e videografia de “Grohl”. Prêmios e fatos conhecidos sobre o cara e suas bandas até segredos como a perda da virgindade para uma jogadora de basquete, uma banda cover de “Beatles” tocando em seu casamento e o desconforto de “Kurt Cobain” em lançar um mega hit do “Nirvana” por ser parecido com uma música de outra banda são apenas algumas das passagens que o leitor irá encontrar em Nada A Perder, da Edições Ideal.

Leia um trecho do livro:

Sinopse do Livro na Edições Ideal. http://goo.gl/v9wJAp

Os 30 álbuns conceituais mais importantes de todos os tempos. – Discos de Rock

30 greatest concept albums of all time.

Veja também:  Os 40 melhores álbuns do Punk de todos os tempos.

Veja também:  Os 50 melhores álbuns de Rock Progressivo de todos os tempos.

Segue a lista elaborada em março de 2003, pela revista inglesa Classic Rock:

01. Dark Side of the Moon – Pink Floyd – 1973
02. Operation: Mindcrime – Queensrÿche – 1988
03. Tommy – The Who – 1969
04. Misplaced Childhood – Marillion – 1985
05. Antichrist Superstar – Marilyn Manson
06. Lamb Lies Down on Broadway – Genesis – 1974
07. Tales From the Topographic Oceans – Yes
08. Rise and Fall of Ziggy Stardust and The Spiders From Mars – David Bowie – 1972
09. 2112 – Rush – 1976
10. The Wall – Pink Floyd – 1979
11. Thick as a Brick – Jethro Tull – 1972
12. Quadrophenia – The Who – 1973
13. Downward Spiral – Nine Inch Nails – 1994
14. Duke – Genesis – 1980
15. Metropolis Pt. 2: Scenes From a Memory – Dream Theater – 1999
16. Tales of Mystery and Imagination – Alan Parsons Project
17. OK Computer – Radiohead – 1997
18. Village Green Preservation Society – Kinks
19. Hemispheres – Rush
20. Joe’s Garage – Frank Zappa – 1979
21. The Final Cut – Pink Floyd
22. S.F. Sorrow – Pretty Things
23. Brave – Marillion – 1994
24. Radio K.A.O.S. – Roger Waters – 1987
25. Journey to the Centre of the Earth – Rick Wakeman – 1974
26. Obsolete – Fear Factory
27. Three Friends – Gentle Giant
28. Kilroy Was Here – Styx
29. Snow – Spock’s Beard
30. Seventh Son of a Seventh Son – Iron Maiden – 1988

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